sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Uma abominável busca da Verdade

Enviado por Adelfi adelfi@terra.com.br
Escrito por Gen Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

A criação da Comissão da Verdade está gerando filhotes pelos estados.

Não bastando a criação de um soberbo tribunal nacional, tal como a Comissão da Anistia de âmbito nacional, que saiu premiando os torturados pelos sacripantas e degenerados com polpudas benesses, foram criadas, graças ao clamor e o desejo incontido de difundir justiça e indenizações em diversos Estados, as mini - Comissões de Anistia.

Em São Paulo emerge a Comissão da Verdade local. Sob a indignação de mais um justiceiro surge a proposta de criação daquele vingativo instrumento.

Que bom para a Nação, que existe no seio dos exemplares parlamentares esta necessidade fundamental para o gênero humano, que é o de distribuir justiça, de cavoucar a verdade esteja ela onde estiver.

Acertadamente, um punhado de bravos empenha - se na preservação dos direitos, embora, cautelosamente, por conveniência, nem cogite em tocar nos deveres.

No seu discurso inflamado os adeptos da Comissão da Verdade apregoam a imperiosa necessidade da criação, não de uma, mas de dezenas, de centenas, para que como um trator de moralidade, a justiça percorra o território nacional de cabo a rabo.

Assistiremos a um espetáculo “sui generis” no templo da hipocrisia humana, sagrado antro onde se desvirtuarão os princípios comezinhos em nome dos direitos dos outros.

Vejamos, pois que os arautos dos direitos dos humanos decreteram que os agentes da repressão foram classificados como inumanos, pois não terão direito algum.

É incrível, gritante, acachapante, mas é a mais pura verdade.

No teatro das Comissões da Verdade, os declarados inumanos, assim considerados pelos gestores daqueles tribunais, não terão espaço.

É triste, é vergonhoso, alarmante, mas é inexorável.

Esta é a nossa sociedade, e assim, são os indivíduos que comandam esta Nação, implacáveis, cretinos, indecentes, parciais.

Tanto que chafurdam nas ignomínias, nas corrupções, nas mentiras, mas justos o suficiente para votar a Lei da Palmada.

Atingimos os píncaros da esbórnia, e como porcos imundos nos lambuzamos na lama, nos excrementos e rimos de satisfação.

Anos atrás já indagaram “que País é este”, hoje podemos responder com convicção, que é o País do lulo - petismo, do vale tudo para alcançar e se manter no poder, doa a quem doer, em especial nos desafetos.

Portanto, acreditem que o ditado de que “todos são iguais perante Deus”, foi declarado inconstitucional pelo Congresso Nacional, tanto que os que se declararem “torturados”, pelo elevado senso de justiça daquele Congresso, que goza do mais alto grau de credibilidade perante o povo brasileiro, são mais iguais do que os acusados.

Você, que às vezes põe a cabeça de fora para reclamar movido por justa indignação, se acautele, uma cúpula justiceira poderá considerá – lo persona non grata, e será o mesmo que tachá - lo de desigual perante a lei deles.

Hoje, os verde – olivas, os azuis e os brancos são os inimigos a serem trucidados; amanhã poderá ser VOCÊ.

Brasília, DF, 16 de dezembro de 2011

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Dilma é homenageada pela FAB em voo de retorno a Brasília

Dilma é homenageada pela FAB em voo de retorno a Brasília 


A presidente Dilma Rousseff recebeu uma homenagem inesperada em seu aniversário de 64 anos, comemorado nesta quarta-feira. No voo entre Porto Alegre, onde Dilma passou o dia com a família, para Brasília, no fim da tarde de hoje, a aeronave presidencial foi interceptada por caças da Força Aérea Brasileira (FAB). De acordo com o assessor do governo federal José Ramos Filho, durante a interceptação o piloto leu uma mensagem do tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito, atual comandante da Aeronáutica. A presidente retornou a Brasília para participar, amanhã, de um encontro com o primeiro-ministro da França, François Fillon, e a diretora executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet. Dilma deve participar também das cerimônias de entrega de um prêmio de inovação e da medalha de Ordem do Mérito da Defesa. Ainda este ano, a presidente tem uma agenda internacional para cumprir. Na próxima terça-feira, ela participa da reunião do Mercosul, em Montevidéu, no Uruguai. Dilma irá tirar 15 dias de férias, mas, antes, no dia 21, reúne-se com ministros e líderes da base aliada para uma confraternização de final de ano.
Fonte:Terra

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

OS INTERESSES DOS DEFENSORES DO DESARMAMENTO

Enviado por Adelfi adelfi@terra.com.br



OS INTERESSES DOS DEFENSORES DO DESARMAMENTO
Prof. Marcos Coimbra
Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia e Autor do livro Brasil Soberano.
A tristemente famosa ONG Viva Rio comemorou dezoito anos de vida na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no dia 07 do corrente, com a conferência "Viva Rio 18 anos: um bom momento para pensar". Na abertura do evento, o diretor da ONG, Rubem César Fernandes, teria ficado emocionado com a exibição de um vídeo resumindo a atuação do movimento nos últimos anos. A primeira mesa da conferência contou com a participação de pessoas que são consideradas fundadoras do Viva Rio, como o presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, e o presidente do grupo Lance, Walter Mattos Júnior, além do líder comunitário da Rocinha Carlos Costa.
A segunda mesa, intitulada "Drogas, por uma política mais eficaz e humana", mediada pelo jornalista Merval Pereira, com a participação, dentre outros, do secretário de estado de Meio Ambiente, Carlos Minc, do ex-presidente da República, FHC e do ex-ministro da Justiça Tarso Genro. A terceira mesa foi intitulada: "Drogas: as injustiças da lei”, com a participação do Sr. Pedro Abramovay (aquele que foi defenestrado do ministério da Justiça, por ter ido contra orientação da presidente). De tarde, houve ainda outra mesa sobre missões internacionais de paz e o Haiti.
Esta ONG, tão celebrada, possui um braço, a Organização Social Viva Comunidade, possuidora de um contrato superior a R$ 395 milhões com a prefeitura do Rio. Em audiência pública na Câmara dos Vereadores não souberam informar aos edis o nome de um único integrante do conselho administrativo da OS. Cada conselheiro ganha R$ 12 mil por mês. Após muito esforço, foi informado que o presidente é um “tal de Alfredo”.
É oportuno realçar que um feroz desarmamentista, o qual entregou em 2004 o prêmio Segurança Humana ao diretor Denis Mizne, do Instituto Sou da Paz, em um evento na cidade do Rio, promovido pela UNESCO e pela organização não-governamental Viva Rio, concedido a personalidades que se sobressaíram na Campanha do Desarmamento foi preso por vender armas para traficantes. O ex-assessor da vereadora tucana Andrea Gouvêa Vieira, esposa do advogado Jorge Hilário Gouvêa, irmão do presidente da Firjan, foi detido depois de ser flagrado em vídeo numa aparente negociação de um fuzil da família AK-47, pelo qual recebera o respectivo pagamento. Para a polícia, o vídeo torna inequívoco o fato, tal como noticiou a imprensa em geral. Não é a primeira vez que o ex-líder comunitário da Rocinha é preso. Em 2005 também o foi, sob a acusação de associação ao tráfico, ocasião em que, sem estranheza nossa, recebeu apoio do presidente da ONG Viva Rio, inclusive em defesa marcada por tom contundente, verdadeiramente feroz.
A grande patrocinadora do movimento de desarmamento da população civil brasileira é justamente a ONG Viva Rio, fundada em novembro de 1993, em conseqüência do seminário internacional: Cidadania participativa, responsabilidade social e cultura num Brasil democrático, realizado no Rio de Janeiro, nos dias 04 e 05, com o patrocínio e a participação de representantes das Fundações Rockefeller, Brascan, Kellog,Vitae e Roberto Marinho. Ela é filiada à IANSA-International Action Network of Small Arms (Rede de Ação Internacional de Armas Pequenas), um conjunto de 186 ONGs, fundada em maio/99, criada com o objetivo de atuar como uma central de coordenação da campanha internacional de desarmamento, para permitir a implantação de um governo mundial, que atuaria com a utilização de uma força de paz das Nações Unidas, sob o comando dos "donos do mundo".
Dentre os participantes da Viva Rio, destacaram-se o banqueiro David Rockefeller, o então chanceler FHC, fundador do Viva Rio que sempre atuou em estreita coordenação com ONGs internacionais como a Human Rights Watch e o Conselho Mundial das Igrejas (CMI). É de se notar que a Human Rights tem entre os seus patrocinadores o megaespeculador George Soros, cujas Fundações promovem a campanha de desarmamento e legalização do uso de entorpecentes. O CMI também patrocina a campanha internacional de desarmamento civil.
A campanha de desarmamento civil no Brasil não é proveniente de uma iniciativa própria, mas sim do resultado de um esforço internacional realizado por uma rede de instituições ligadas ao "establishment" oligárquico, em especial o seu componente anglo-americano-canadense, objetivando implantar uma estrutura de governo mundial, acima dos Estados Nacionais, que os "donos do mundo" pretendem ver inviabilizados no contexto da "globalização". O desarmamento da população se segue a uma série de medidas visando o desmantelamento das Forças Armadas e a reestruturação das forças policiais civis e militares, elementos cruciais do plano de dominação externo. Em dezembro de 1995, durante um seminário internacional promovido no Rio de Janeiro pelo Ministério da Justiça, o movimento Viva Rio e a Police Foundation dos EUA, o então secretário-geral do Ministério da Justiça, Sr. José Gregori, anunciou que o Viva Rio seria encarregado da elaboração de um projeto para orientar a nova Política de Segurança Pública do governo federal, uma doutrina de segurança cidadã, para ocupar o vazio que existe desde a doutrina de Segurança Nacional do governo.
Tudo isto é apenas “coincidência”!
Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
Sítio: www.brasilsoberano.com.br (Artigo de 13.12.11-MM).

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Coronel se diz orgulhoso de ter atuado no Doi-Codi nos anos de chumbo

Enviado por arlindosouza@gmail.com

Editorial CVO: Até quando?

Escrito pelos Administradores da CVO
Vemos com uma impassividade, nunca antes vista neste país, o descalabro da corrupção deslavada e da inversão, agora “politicamente correta” e aceita, daqueles antigos valores, ora fora de moda – civismo, ética, moral, compromisso, responsabilidade, ... enfim, daqueles valores da verdadeira e nobre democracia.
 A cultura de massa faz sua campanha de guerra ofensiva, por meio dos veículos de amplo acesso – TV e rádio, particularmente – com a finalidade de completar a deturpação dos compromissos e a normalização da barbárie.
Não somos puristas, nem ingênuos de achar que os valores sociais são imutáveis no decorrer do tempo. A sociedade avança, o pensamento muda, novos valores se instalam. É a ordem natural das coisas. E o caminho do progresso e da justiça, conforme ensina a História, é de inclusão das minorias – os negros, as mulheres, os homossexuais... e assim deve ser. Não temos dúvida disso.
Mas sigamos um raciocínio... a prostituição é a mais antiga das profissões, conforme afirma o jargão popular. Devemos respeitar quem faz esta opção como seres humanos livres. No entanto, o que questionamos é a “glamorização” desta escolha pela TV, pelo cinema, pelas editoras. Será que o que importa é vender, não importando qual seja o produto a ser vendido?
Penso comigo sobre o que passa na cabeça de uma garota de 15 ou 16 anos, em sua fase de escolha profissional:
- Vou ser médica ou prostituta? Médica dá mais trabalho e ganha menos. Prostituta dá mais dinheiro e, ainda, posso aparecer na TV, no cinema e ganhar dinheiro com a venda de um livro contando minhas proezas sexuais... é, vou ser prostituta.
E aquele garoto:
- Ser bissexual é legal e está na moda. Vou experimentar só para ver se vale à pena.
Liberdade e individualidade são valores essenciais e devem ser respeitados como tal. Mas lembremos que estas duas, às vezes, ferem a coletividade.
Assim, para toda liberdade e individualidade há um limite e este é o direito do outro. O grupo está acima do indivíduo e o direito da coletividade tem mais peso do que o de um só indivíduo.
Isto não pode ser esquecido, porque, caso contrário, o caos, a barbárie, a falta de lei se instalam de vez e a sociedade se destrói.
A corrupção é um crime contra a coletividade assim como o individualismo exacerbado o é... este individualismo exacerbado que é vendido pela mídia de massa disfarçado no pacote politicamente correto da liberdade e da busca da felicidade.
Não se deixe enganar. Nossa sociedade brasileira vive um momento crítico, uma curva de inflexão – ou nos deixamos levar por este “bom mocismo” inescrupuloso, por meio do qual todos os vilipêndio ao espírito coletivo são permitidos em nome da felicidade extasiante do indivíduo, ou bradamos “nosso basta”, e não aceitamos mais o menosprezo à justiça coletiva, à ética coletiva, ao compromisso com a sociedade, com a responsabilidade com a Nação e com a Pátria Brasileira, enfim, nos responsabilizamos com nossos jovens e com o futuro de nosso povo.
Por isso digo:
- Até quando?