segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A ANEXAÇÃO BRITÂNICA DE RORAIMA ESTÁ EM FASE CONCLUSIVA

Enviado por msorianoneto@gmail.com


Caros correspondentes, O grande "ator" do STF para Raposa - Serra do Sol foi Carlos Ayres Brito, um da grande maioria de ministros do STF designados pelo governo PT, relator de todos os processos relativos ao assunto ( o que julgo uma falha grave de equidade do STF).  O Congresso pouco ligou para as suas próprias comissões parlamentares de inquérito que determinaram crimes, fraudes e conduções no processo demarcatório e antropológico da FUNAI; a "justiça", os militantes procuradores da República, comprometidos com ONG's internacionais e outras com nome nacional de fachada! E não se fala em igreja!? Não queremos adimitir quantos malefícios segmentos da igreja Católica têm causado ao Brasil, por quê ??? Propaganda, alma cristã, etc.? O CIMI é da CNBB, que, em Roraima, controla a Diocese de Roraima; a Consoltta é da Igreja romana. Outras igrejas com sede em países egemônicos estão sob o manto do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), tais como Igreja anglicana, luterana, norueguesa, holandesa, criadoras do ISA-Instituto Socioambiental, que forja e distorce com fachada de ser nacional. Já apresentei aqui a farsa ianomami, a farsa da demarcação contínua da Raposa-serra do Sol (criminosa, acobertada pelo STF, MJ, MPF, Congresso, à revelia do Direito, da justiça e da Pátria, aceitas e processadas pelo Governo Lula).  O Delegado Protógenes declarou em "comissão da câmara dos deputados" que o mais importante negócio de Daniel Dantas estava na obtenção de licenças de exploração do subsolo brasileiro; Daniel Dantas, lavador de dinheiro para o PT e na época de Fernando Henrique, para as "teles", é amigo do Lula & patrões (Lula é o fantoche, o factóide esperto) e sócio do "lulinha" - o fenômeno, em terras (muitas) no sul do Pará, junto com Duda Mendonça. Para "safar" Daniel Dantas o governo Lula tentou desmoralizar Instituições nacionais...Gélio Fregapani advertia mencionando a história da "questão do pirara" como exemplo do modus operandi encabeçado pela Inglaterra, do isolamento que está sendo processado na região que vai do norte de Roraima até a "cabeça do cachorro", objetivando a dominação e exploração mineral, principalmente, com a estimulação de independência do território numa pseudo união dos "povos indígenas", com apoio ( ou força?) da ONU (leia-se países hegemônicos e suas empresas). Alerta: na casa civil há um tal de Nagib como eminência parda, insistindo no fechamento do norte de Roraima com a tal de serra da lua! Se a República tem 3 poderes, atualmente não temos de fato uma república no Brasil, porque só um poder domina. O STF é quase todo do PT e a grande maioria do Congresso é comprada pelo partido governamental ou comprometida com ele; a PF é política (subordinada ao político do PT, chefiada por um militante do PT que é "afilhado" de José Dirceu). Vamos tomar consciência disso e influenciar o voto, espalhando a verdade. CROV.
REPASSO...
Prezados amigos e amigas
Esta situação de Roraima e Serra da Lua deveria fazer parte de uma séria investigação do governo e de todos os poderes responsáveis pela nossa soberania. Deveria ser também objeto de investigação de toda a mídia e divulgada para todo o Brasil. Mello   

 
 A ANEXAÇÃO BRITÂNICA DE RORAIMA ESTÁ EM FASE CONCLUSIVA
 

O ASSUNTO QUE JAMAIS CADUCARÁ !!!
A união indissolúvel do Brasil e as homologações das reservas
Erro! O nome de arquivo não foi especificado.
O dono de Roraima?
      RECAPITULANDO...    

Aceitem e respeitem o Brasil

Aceitem e respeitem o BrasilPor Profa. Guilhermina Coimbra

Mangabeira Unger [.] e Professor na Harvard University de Rockfeller

Mangabeira Unger [.] e Professor na Harvard University de RockfellerEstes privatizaram o ensino; povo impensante não concilia. Pergunto: o que será que o então ministro Mangabeira Unger foi dizer à CIP na visita que fez na Assembléia dos Tuxauas realizada no Surumu Roraima/Amazônas, DENTRO DO TERRITÓRIO NACIONAL, que o general o Exército brasileiro comandante da Brigada, Eliéser Girão Monteiro e alguns parlamentares foram proibidos de ouvir?, ALEGANDO uma determinação do ministro da Defesa Nelson Jobim, CORROBORADA pelo ministro da Justiça, Tarso Genro? UNGER informou que apenas o administrador da Fundação Nacional do Índio, Gonçalo Teixeira, o bispo de Roraima, dom Roque Paloschi e parte de sua própria comitiva estavam autorizados a participar da assembléia no Surumu. Os demais poderiam ir somente até Uiramutã. Sua segurança pessoal também sairia da responsabilidade do Exército e seria feita pela Polícia Federal. “É um absurdo que as ONGS ditem quem anda por dentro de Roraima/Amazônas Território Brasileiro e limitem o próprio Exército” A pior ditadura é a civil. A nação brasileira está passando por esta situação, ou seja, uma ditadura dos presidentes que não escutam ninguém, que agem de forma ilegal e faz prevalecer suas vontades. Como resultado está acontecendo o pior, vemos essa gente corroborar na Internacionalização da Amazônia. LEIAM: Reforço nas fronteiras do Brasil vendido

Lula e a Rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima

Lula e a Rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima 
Estava em andamento secreto mais uma venda de terras brasileiras no Estado de Roraima, na Serra da Lua e suas vizinhanças. Uma ONG supostamente “ambiental” chamada ICMBIO - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, está fazendo o levantamento geodésico da área. As terras cobiçadas em Roraima ficam no município de Bonfim, que tem petróleo confirmado e, também por outra pura “coincidência”, fica na fronteira com a República da Guiana (ex-inglesa) e que, também por absoluta “coincidência”, beirando a margem direita do Rio Tacutu, que tem na margem oposta e bem em frente (na Guiana), uma área também de “preservação ambiental” com mais de 400.000 hectares, a qual tem como “patrono”, nada menos que o diligente Príncipe Charles, da Inglaterra, apoiado pelo ISA-Instituto Sócio-Ambiental, sócio dos ingleses. A ICMBIO é estreitamente ligada a ONG chamada ISA – Instituto Sócio-Ambiental, um dos propugnadores e ativo participante da criação do mega latifúndio ianomâmi, homologado pelo então Presidente Fernando Collor. São 261 famílias, perfazendo 794 pessoas muitas, tal como as da Raposa / Serra do Sol, nasceram, criaram seus filhos e vivem até hoje na região, com suas famílias! Várias das fazendas tem título definitivo e registro, datado de 1914. A FUNAI não conseguiu reassentar todos os que foram expulsos da Raposa/ Serra do Sol, porque, as terras públicas de Roraima estão “sumindo”. Os brasileiros não admitem ver centenas de famílias de brasileiros perambulando, fugindo pelas estradas, como os refugiados da Iugoslávia, do Afeganistão e outras tantas infelizes populações ao redor do mundo – em razão da divisão de seus territórios através de acordos de executivos ou de “homologações”. O projeto foi descoberto pela jornalista Andrezza Trajano, da Folha de Boa Vista (RR), página 08, edição do dia 2 de dezembro/09, mas a sua origem é de 2006. A nova área será o Parque Nacional do Lavrado, com um tamanho inicial de “apenas” 155.000 hectares. Os trabalhos estão sob a responsabilidade da técnica ambiental Larissa Diehl, e essa área ficará fazendo parte do programa da ARPA - Áreas Protegidas da Amazônia. (Guilhermina Coimbra)

Nióbio brasileiro na Bolsa de Londres é superfaturado pelos banqueiros Rothschild

Nióbio brasileiro na Bolsa de Londres é superfaturado pelos banqueiros RothschildO Brasil, que detém 98% das reservas mundiais de nióbio, sofre um rombo anual de US$ 100 bilhões de dólares com a negociação do minério para o exterior. O mineral é vendido a preços subfaturados no Brasil, mas, na Bolsa de Londres, seu preço é superfaturado pelos donos do pedaço, que são os banqueiros Rothschild – os famosos controladores da economia mundial, há mais de três séculos. dossiê, o "Fio da Meada" pelo advogado Antônio Ribas Paiva presidente da União Nacionalista Democrática (UND)

Nióbio e o cínico slogan "100% brasileira"

Nióbio e o cínico slogan A inconfidência é de um dos presidentes do grupo Moreira Salles, que comanda o Unibanco: Em uma manobra de US$ 4 bilhões, Fernando Salles (atual presidente da CBMM) comprou, em um único dia, todas as ações da empresa inclusive as que foram anteriormente compradas pelos chineses através daquele lance entre a Enocal e a Molycorp, que antes detinha 50% das ações. Agora, Fernando se tornou o proprietário efetivo de 100% do patrimônio da CBMM, que agora está divulgando na cidade de Araxá o cínico slogan "100% brasileira". Todas os direitos de exploração do valioso NIÓBIO e seus derivados agora passam a ser de uma única pessoa. Os norte-americanos dependem tecnologicamente do nióbio para aplicações táticas e estratégicas de alta tecnologia, papel no qual a CBMM é principal fornecedora. Em Araxá, terra da lendária Dona Beija, vem rolando uma conversinha mineira de que o empresário Fernando Salles está patrocinando o PT no poder. O todo poderoso da CBMM perpetuar o domínio desse partido pelas próximas décadas, enquanto ele acumula riquezas nababescas. Não há dúvida de que o “homem do nióbio” é uma das peças chaves da campanha de Lula e de suas articulações com os chamados “controladores” da economia mundial. ALERTA TOTAL Por Jorge Serrão, Terça-feira, Julho 11, 2006

embaixador Walther Moreira Salles (Unibanco-CBMM) com Oswaldo Aranha e Amaral Peixoto em 1959.

embaixador Walther Moreira Salles (Unibanco-CBMM) com  Oswaldo Aranha e Amaral Peixoto em 1959.Em 1964, por razões pessoais, o presidente Costa e Silva decidiu cassar o embaixador (boa visão) e perguntou a opinião do então ministro Delfim Netto (justo para quem!). A resposta de Delfim!: “Teremos apenas problemas com toda a imprensa internacional, com os banqueiros estrangeiros e com os governos dos Estados Unidos e da França.” Costa e Silva (morte misteriosa!) desistiu da idéia. Naquele momento, o presidente linha-dura descobria o que muitos já sabiam: o embaixador estava acima do bem e do mal. Moreira Salles construiu em torno de si uma reputação de integridade inabalável. No mundo dos negócios, era um cavalheiro cuja palavra era uma só. Quem negociava com ele dormia tranqüilo. Jamais seria passado para trás. Na década de 60, foi sócio de Nelson Rockefeller nas incursões do bilionário americano pelo mundo dos negócios no País. A principal delas foi a criação do fundo Crescinco, que pavimentou a estrada para o desenvolvimento do mercado brasileiro de capitais. O Brasil entrava na roda financeira internacional pela porta da frente. Eu digo: A partir desse momento, o Brasil entrou na sua desnacionalização, passando a ser o quintal dos Estados Unidos.

Corrupção Sistêmica

Corrupção SistêmicaMarcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: "O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio “ e ainda “O Ministro José Dirceu estava negociando com o banco BMG, uma Mina de Nióbio na Amazônia”. E ninguém teve coragem de investigar... ou, estarão todos ganhando com essa traição ao Brasil? (Otavio Marighella Filho, em 17/02/09);

Garimpeiros ilegais na reserva Yanomani-Roraima/Amazônas

Garimpeiros ilegais na reserva Yanomani-Roraima/AmazônasO Brasil está de fato abastecendo todos os países do mundo , com um mineral que praticamente só existe aqui e as vendas desse mineral é comandado pelas bolsas de valores dos EUA e Londres. - Existe cerca de 1.000 pessoas no Brasil, com salário pago pelos controladores do nióbio, para perturbar e lançar conflitos em quem esteja desejando que os nossos governantes passem a ser soberanos e acabar com a farra do nióbio. Esse papo de pesquiza etc. e tal , é papo para enrolar e causar discórdia na luta a favor do NIÓBIO É NOSSO. - DECRETO Nº 41829, DE 10 DE JULHO DE 1957. Autoriza 'dema' - Distribuidora e Exportadora de Minerios e Adubos Ltda. a Pesquisar Niobio e Associados No Municipio de Araxa, Estado de MG que mais tarde passou a ser CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) - CBMM, associada a multinacional MOLYCORP do grupo Rockfeller, que vendem internacionalmente o nióbio a um preço abaixo do custo. - Collor criou em Roraima a área destinada aos indígenas Yanomâmis Portaria 580 de 15 de novembro/1991 o então Ministro da Justiça Jarbas Passarinho, a despeito das opiniões do Conselho de Segurança Nacional, dos Ministros Militares e dos Governos da Região Amazônica. - A maioria dos ministros do STF foram favorável à demarcação contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, defendida pelo governo federal, e não segmentada em ilhas, como queria o governo de Roraima/Amazônas.

Nióbio Minério

Nióbio MinérioMAIOR RESERVA DE NIÓBIO DO PLANETA – MORRO DOS SEIS LAGOS (São Gabriel da Cachoeira na Cabeça do cachorro, norte da Amazônia)

Ministro Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena

Ministro Zenildo Gonzaga Zoroastro de LucenaPelas nossas reservas de minérios estratégicos (Nióbio, Urânio, Terras Raras, etc).o Ministro Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena, considerando análises, bloqueou a "privatização" das Reservas de Nióbio de São Gabriel da Cachoeira (AM), avaliadas em 1 trilhão de dólares, (que Fernando Henrique Cardoso queria "doar" por R$ 600.000,00) e, garantiu militarmente esse patrimônio, transferindo a nossa Brigada Militar de Niterói para São Gabriel da Cachoeira. http://www.asolucaoparaobrasil.com.br/

General Luiz Gonzaga Schroeder e o STF

General Luiz Gonzaga Schroeder e o STFO General Luiz Gonzaga Schroeder, ex-Comandante Militar da região, declarou que o STF ao julgar a questão da demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, "deve enxergar o futuro", pois um erro de decisão poderá comprometer a soberania nacional na faixa de fronteira, já que, com tal aprovação, fica vedado o acesso das forças armadas, produtores rurais e não-índios ou não-descendentes em suas reservas, a menos que eles próprios consintam. E a história da faixa de 150 km não irá funcionar: o território será deles e lá só entrará quem eles quiserem. O Brasil perderá parte da soberania sobre a região, havendo o risco de que nações estrangeiras, com o disfarce de ONGs ambientalistas ou religiosas, passem a exercer o controle das reservas com a possibilidade de que essas reservas venham mais tarde a requerer a sua independência como nação, passando a constituir um país dentro de outro país, controlado por outro país, que não será o Brasil. Só a soma das 3 grandes reservas indígenas da região (Ianomâmi, Raposa Serra do Sol e São Marcos), correspondem a quase 20 milhões de hectares, sem contar com as outras 33 "reservas" espalhadas, somente em Roraima.

Amazônia o Escudo Brasileiro

Amazônia o Escudo BrasileiroNO FINAL DE 1970, O GOVERNO MILITAR DO BRASIL REALIZOU UMA PESQUISA ABRANGENTE AÉREA DA REGIÃO, QUE AJUDARAM A CONFIRMAR A PRESENÇA DO ESCUDO DA GUIANA, UMA ENORME FORMAÇÃO DE DOIS BILIÃO ANOS DE IDADE GEOLÓGICA (DISCUTIDO PELO DISCOVERY COMO O ESCUDO BRASILEIRO EM SUA NI 43-101 TÉCNICA RELATÓRIO), QUE É HISTORICAMENTE CONHECIDO POR CONTER RECURSOS DE OURO PROLÍFICO. AMAZÔNIA GUIANA SHIELD É A OUTRA METADE DA GUIANA ÁFRICA DO SHIELD, QUE É RESPONSÁVEL PELA RIQUEZA DE OURO E PLATINA DA ÁFRICA DO SUL E OUTROS PAÍSES DA ÁFRICA SUB-SAARIANA. JIM O'NEILL, ECONOMISTA DA GOLDMAN SACHS, SUGERE O POTENCIAL ECONÔMICO DO BRASIL, RÚSSIA, ÍNDIA E CHINA É TAL QUE ELES PODEM TORNAR-SE ENTRE AS QUATRO ECONOMIAS MAIS DOMINANTE ATÉ O ANO DE 2050

Amazona Colombiana

Amazona ColombianaEnfatizou-se, então, o "buraco" existente no espaço aéreo, por onde se escoavam os bens mais preciosos, e outros locais de "vazamentos" representados pelas passagens sensíveis existentes nos rios da região, com destaque para a verdadeira foz do rio Amazonas, então denominada "braço norte do rio", e para o rio Içá, por onde transitavam livremente embarcações colombianas. - Vinte anos já decorridos e a situação continua a mesma! Urge, portanto, que se acelerem as providências para impedir que os argumentos lançados por antigo responsável pela "CPRM", "antimilitarismo" e "anti-xenofobismo", sejam novamente usados para que se entregue, de mão beijada, os bens preciosos que o Criador resolveu colocar à disposição dos brasileiros, não para serem repassados aos estrangeiros, mas para que com eles seja edificado um país próspero e feliz, povoado por raça cósmica, modelo de civilização fraterna! ROBERTO GAMA e SILVA Contra-Almirante Reformado

Organizações Sociais Missionárias no Brasil

Organizações Sociais Missionárias no BrasilPara essas instituições "religiosas", desprovidas de qualquer senso ético e de moralidade, quando o objetivo é o enriquecimento ilícito, e quando elas se colocam a serviço do capitalismo selvagem, tudo é válido. E, no caso do Brasil, julgam ser mais fácil ainda, porque consideram-nos "um povo de pouca cultura", comandado por um bando de "políticos idiotas, ávidos por votos" e que, por isso, não merece ter a soberania de uma região rica como a amazônica, que deve ser resguardada "para o desfrute das grandes civilizações européias" (sic). Pode? Nunca vi nada mais aviltante do que isto, partindo de instituições que se dizem "religiosas". É simplesmente revoltante. Quanto aos nossos políticos, diplomatas, governantes e ilustres ministros do STF, seria bom que se informassem melhor; aqueles, antes de de decidirem propor, aprovar ou não um projeto e estes, os supertogados, antes de julgarem e proferirem seus votos ou decisões. Um erro a mais nas questões amazônicas e ambientais, sabe-se lá que conseqüências desastrosas poderá trazer para o país. (Por IvoSGReis) ONGS:(Friends of the Earth); Fundação Mundial para a Natureza (Word Wide Fund for Nature—WWF); Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CI DA); Fundação Ford; Club 1001; Both Ends; Survival International; Conservation International; Fundação Interamericana (IAF); Fundação MacArthur; Fundação Rockefeller; Fundação W. Alton Jones; Instituto Summer de Lingüística (SIL); National Wildlife Federation — NWF The Nature Conservation —TNC; Grupo de Trabalho Europeu para a Amazônia; União Internacional para a Conservação da Natureza (UNIC) e o World Resource Institute — WRI.
STJ Órgão Público que "Vira Página"
STJ Órgão Público que Será? Agir como um Movimento dos Direitos Indígenas, para servir aos interesses de grupos étnicos europeus e para destruir o marxismo cultural/multiculturalismo: Os caciques indígenas de Roraima patrocinados por ONGs estrangeiras a as próprias ONGs – agentes das oligarquias internacionalistas – foram pagos a peso de ouro para exigir a demarcação de reservas indígenas e ambientais por todo o país, e agora especialmente da reserva Raposa da Serra do Sol em terras contínuas. Os índios, manipulados e de olho comprido na "grana preta", acham que vão poder vender energia do Complexo de Contigo para o próprio Brasil e ainda explorar as riquezas minerais (e biológicas) da região para vender aos brasileiros e aos estrangeiros (ledo engano) – tudo simples e roubado, assim, na mais petista cara-de-pau e em detrimento de toda a nação brasileira, que, ou mal ou bem, tem gasto muito dinheiro com a região, desde que o país se tornou independente de Portugal. A maioria dos ministros do STF foram favorável à demarcação contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, defendida pelo governo federal, e não segmentada em ilhas, como queria o governo de Roraima. Pergunto? aonde está o STF? e o que fez para proteger a Soberania Brasileira? NADA!.. será que concordarem com a demarcação foi atitude conivênte, ou omissão do Supremo Brasileiro que nos últimos anos na questão da Seguridade do Patrimônio Público Brasileiro, costuma virar a página em seus efeitos legais!!!

Ministério Dilma

Ministério DilmaAonde fica a esperança do cidadão brasileiro?Dezembro/2010. Núcleo forte do governo Dilma formado por ministros egressos do governo Lula ou identificados com o presidente. tem uns ministérios que para mim começa do nada e nos leva a lugar nenhum é só para indicar amigos e parentes. - Iniciando pela escolha do vice-Michel Temer nada confiável. A Dilma está entregue ao Lula. Normal. Ninguém tá querendo que seja diferente. - O Jobim Vai continuar na defesa dos americanos? e Moreira Franco, o sujeito do Cabral, dá pra aceitar? Não tem a Integração e as Comnicações. Mas tem isso e aquilo outro. Concordam?”. quem vai garantir, o Sérgio Cabral omisso com o cidadão do seu estado! - A presidente eleita havia dito; "Não nomearei quem estiver acusado de irregularidades, mesmo não condenado". Não cumpriu esse item fundamental, quase todos os ministros, em matéria de honestidade, não jogam nesse time. - Dona Dilma pode se defender, embora confessando a fragilidade política: "Não fui eu que indiquei, convidei ou assumirei com esses que estão sendo anunciados". Rigorosamente verdadeiro, mas precisa ter muita coragem para revelar que por enquanto não tem autonomia de vôo.Dilma não deve ser fantoche de Lula, mas deve e tem o dever de mostrar um compromisso expresso com essa postura. E perceber, aí sim, a possibilidade de avanços concretos e efetivos já que os brasileiros foram claros na sua opção.

Cratera de exploração de manganes em serra do navio.

Cratera de exploração de manganes em serra do navio.Entregaram a preços vis todo o manganês do Amapá, dominado depois (coincidência ou reincidência no crime financeiro?) por José Sarney. De 1956 a 1961. O primeiro embarque de minério ocorreu em 10 de janeiro de 1957 Quando se percebeu que o minério de alto teor começava a diminuir rapidamente em função do voraz ritmo de exploração, novos projetos adicionais foram realizados buscando o aproveitamento maior de minérios de baixo teor de manganês tais como: I - USINA DE PELOTIZAÇÃO - Este projeto permitiu a recuperação de minério de granulometria mais finos, não aceitáveis pelo mercado, mas que aglomerados, permitiram o aproveitamento deste finos de manganês, que até a implantação deste projeto, eram considerados como rejeitos;nCAEMI 2.2 – O GRUPO CAEMI: do Quadrilátero Ferrífero ao Manganês do AmapánA Caemi (Cia Auxiliar de Empresas de mineração)nO Governo federal criou o Território Federal do Amapá , em 1943, e em seguida autorizou a concessão da exploração do manganês na Serra do Navio, a partir de 1956, à Industria Comércio de Minérios S.A- ICOMI, associação do Grupo CAEMI (Companhia de Assistência a Empresas de Mineração) pertencente à Augusto Trajano Antunes,e da Bethlehem Steel (USA)nQuando o projeto ICOMI de Eliezer Batista deixou o Amapá, deixou para trás um rastro de problemas ambientais, que vão do desmatamento da floresta nativa (seu plano de reflorestamento não atingiu sequer 30% do previsto), imensos depósitos de resíduos de manganes, contaminados por Arsênio, que provocou um grande pol6emica visto a possibiloidade de contaminação dos solos, rios e águas subterrâneas, mormente nos povoados contíguos às montanhas de depósitos depejadas próximo ao porto de Santana.

Wikileaks

WikileaksDigo: Os povos do mundo necessitam das verdades esclarecidas; - mas, estranho é quando este site WIKILEAKS "escancara?" as rupturas existentes dentro dos governos mundiais que são muitas, e o Presidente do Brasil Lula da Silva sem saber "ou sabendo" das informações, parte para a defesa do gerenciador do site, dando uma de bom samaritano tipo "meu governo foi e é imaculado" quando nós povo brasileiro sabemos que não... porque foi um governo corrupto. O nióbio que a Wikileaks revelou como estratégico "para os EUA"... Qual a finalidade da revelação? O Nióbio é estratégico... Portanto, Lula com sua defesa, tentou desmoralizar as informações postadas pela Wikileaks porque?. Sabemos que o Governo Mundial tramam o FIM da liberdade de expressão, para atuarem livremente em seus objetivos que é da EGOÍSTA NOM. Que surjam milhares de sites a nos informar a verdade as tramas dos governos mundiais (INCLUSIVE DE ISRAEL) destes poucos homens maus que querem aniquilar 80% da população mundial, com vacinas, ou com vírus, ou com transgênicos, ou com a água contaminada, ou com as guerras, ou com HAARP...

Nióbio Minério Brasileiro

"O NIÓBIO É NOSSO" e o Brasil está perdendo 100 bilhões de dólares por ano e, desejamos que ele seja vendido pelas autoridades brasileiras e não pelos agentes internacionais. Não vamos esquecer que esse dinheiro perdido, dá para dobrar a receita mensal dos brasileiros. Existe uma conspiração internacional antiga, para espoliar o Brasil de seus minérios. (Marcos Valério disse na CPI dos Correios )"O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando DO NIÓBIO
Erro! O nome de arquivo não foi especificado.
Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

domingo, 15 de janeiro de 2012

As consequências da assimetria nuclear

 Enviado por ibere_mariano@yahoo.com.br
Até no Brasil há casos de mortes estranhas de cientistas que atuavam com energia atômica. O clube dos países com pesquisas nucleares é restrito e, como se vê, bastante violento

Na década de 1970 do século passado, o Brasil desenvolvia secretamente seu programa nuclear para fins militares. Para assegurar-lhe recursos financeiros, estabelecera parceria com o Iraque, que bancava os elevados investimentos necessários em troca de acesso aos conhecimentos tecnológicos brasileiros. O responsável pelo programa na Aeronáutica era o tenente-coronel aviador José Alberto Albano do Amarante, engenheiro eletrônico formado pelo ITA.

Em outubro de 1981, Amarante foi atacado por uma leucemia arrasadora, que o matou em menos de duas semanas. Sua família tem como certo que o cientista foi morto pelos serviços secretos dos EUA e de Israel, com o objetivo de impedir a capacitação brasileira à produção de armas atômicas. Dando força às suspeitas, foi identificado um agente israelense do Mossad, de nome Samuel Giliad, atuando à época em São José dos Campos, que fugiu do país logo após a misteriosa morte do oficial brasileiro.
O episódio dá bem o tom da virulência empregada pelos EUA e Israel para bloquear a entrada de outros países no fechado clube nuclear. Não por coincidência, apenas quatro meses antes da suposta ação em território brasileiro, Israel desfechara devastador ataque aéreo ao reator nuclear de Osirak, no Iraque, que vinha sendo construído pelos franceses.
Tais fatos dão credibilidade às reiteradas denúncias do governo iraniano de que seus cientistas estão sendo alvo de atentados por parte dos serviços secretos estadunidense, britânico e israelense. Somente em 2010, foram mortos os físicos Masud Ali Mohamadi e Majid Shariari, que atuavam no desenvolvimento de reatores nucleares, ambos vítimas de explosões de bombas em seus próprios automóveis, enquanto o chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, Abbasi-Davanina, escapava por pouco da detonação de um carro-bomba, conforme ele próprio denunciou durante a conferência anual da Agência Internacional de Energia Atômica, em setembro último. Em julho de 2011, o físico Daryush Rezaei, 35 anos, foi morto a tiros em frente a sua casa, em ataque que também feriu sua esposa. Esses são alguns dos muitos casos de assassinatos e desaparecimentos de cientistas e chefes militares iranianos nos últimos anos.
Os crimes se dão em paralelo às intensas pressões do governo dos EUA para que a comunidade internacional aplique severas sanções ao Irã sob o argumento de que o país descumpre o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP).
Criado pela ONU em 1968, o acordo tem três objetivos principais: coibir o uso de tecnologia nuclear para produção de armas, eliminar os armamentos nucleares existentes e regular o uso de energia nuclear para fins pacíficos. Convenientemente, as grandes potências interpretam o acordo segundo seus próprios interesses: bloqueiam o desenvolvimento da pesquisa dos países não detentores de armas atômicas, mesmo quando para fins pacíficos, e fazem letra morta dos dispositivos do tratado que determinam o desarmamento.
Como previa o embaixador do Brasil na ONU, em 1968, José Augusto Araújo de Castro, quando atuou para impedir a adesão do Brasil ao TNP, o tratado é apenas um instrumento para perpetuar o poder das grandes potências.
Documentos divulgados pelo Wikileaks deixam clara a disposição dos EUA em não reduzir o número de ogivas nucleares instaladas na Europa. Por outro lado, enquanto todos os países do Oriente Médio fazem parte do TNP, Israel, único detentor de armas nucleares na região, nega-se a aderir ao acordo e repudiou as censuras de que foi alvo no relatório final da última reunião quinquenal do TNP, em 2010, gerando a ameaça dos demais governos vizinhos de abandonar o tratado na próxima reunião, marcada para 2012.
As guerras contra o Afeganistão, Iraque e Líbia, mais as ameaças contra a Síria, Coreia e Irã, parecem evidenciar que somente a capacidade de retaliação atômica intimida o império, já que a assimetria das forças alimenta aventuras dos Estados Unidos e de seus sócios de rapina, todos em busca de conflitos bélicos, seja para assegurar domínios seja para encobrir seus graves problemas domésticos.
A conjuntura estratégica do Oriente Médio indica que, para sua sobrevivência, o Irã não tem outra alternativa que a de construir sua bomba e, nesse sentido, corre contra o tempo, dado o cerco que se fecha contra o país.
Como analisa o cientista político paquistanês Tariq Ali, não é despropositado considerar que o surgimento de outra potência nuclear no Oriente Médio possa propiciar estabilidade política à região e ao mundo, por contraditório que possa parecer.
*Coronel Aviador Ref e pesquisador do Observatório das Nacionalidades
Leia também:Até no Brasil há casos de mortes estranhas de cientistas que atuavam com energia atômica. O clube dos países com pesquisas nucleares é restrito e, como se vê, bastante violento

Ianomamis, a farsa de uma nação que nunca existiu


Enviado por ibere_mariano@yahoo.com.br
 
Recebi o artigo abaixo e li com atenção. As informações são impressionantes. O autor, o almirante Roberto Gama e Silva, relata que a tal grande nação ianomâmi, que pega parte do Brasil e parte da Venezuela, na verdade seria uma grande farsa. O que existe naquele imenso território, explica o artigo, é uma série de diferentes tribos que nada teria a ver umas com as outras. Segundo o autor, foi um jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS”. Não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização “Christian Church World Council”, sediada na Suíça, escreve o autor. Leiam e tirem suas próprias conclusões:

IANOMÂMI! QUEM?
por Roberto Gama e Silva

Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado “IANOMÂMI”, nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas.
Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra “ianomâmi” era um nome genérico aplicado ao “ser humano”.

Recentemente, caiu-me nas mãos o livro “A FARSA IANOMÂMI”, escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto,

Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal.

Menna Barreto procurou provar que os “ianomâmis” haviam sido criados por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma “nação” indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro “Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913.

Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.
Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos “Gigantes da Nacionalidade”, embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o “Bandeirante das Fronteiras Remotas”

Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de “Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão”, prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.
Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.

Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.

Um desses trabalhos denominado “O VALE DO RIO NEGRO”, classificado pelo Chefe da “Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão” como um subsídio para “a geografia física e humana da Amazônia”, foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação “IANOMÂMI! QUEM?.

No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que “são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas”. Prossegue o autor: “Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos”. Também os índios “TUCANOS” constituem uma família a parte, complementa o trabalho.

Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo “IANOMÂMI”.

Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome “IANOMÂMI”. Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos “IANOMÂMIS”.

Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo “TUCANO”, pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os “IANOMÂMIS” também não apareceram entre os “TUCANOS”.

Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas “MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS”, que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos “IANOMÂMIS”.

Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo “não existiu e não existe” senão nas mentes aedilosas dos inimigos do Brasil.

Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado “IANOMÂMI”, localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA.

Interessante ressaltar que a jornalista que “inventou” os “IANOMÂMIS” não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL” sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: “Comitê International de la Defense de l´Amazon”; “Inter-American Indian Institute”; “The International Ethnical Survival”; “The International Cultural Survival”; “Workgroup for Indigenous Affairs” e “The Berna-Geneve Ethnical Institute”.

Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das “Diretrizes” da organização referentes ao BRASIL: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.

Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL”, ao incentivarem a “invenção“ dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.

Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de “Reserva Ianomâmi” deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos “aruaques” e ‘caribes’.

Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os “zelosos” funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os “competentes” servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente. Sobre estes últimos poderia ser aplicada a “Lei de Segurança Nacional”, artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados.

COMISSARIADO NACIONAL DA HISTÓRIA

COMISSARIADO NACIONAL DA HISTÓRIA
Percival Puggina
Quem conta a história leva vantagem sobre quem ouve. O modo como ela é contada encaminha os ouvintes para a conclusão desejada. Napoleão ensinava: "A História é uma versão sobre o passado em torno da qual as pessoas convergem". Sabem disso os professores. E sabem mais ainda os políticos, que, através dos milênios, nunca deixaram de construir e repetir as versões que melhor lhes convinham. A União Soviética, por exemplo, era useira em levar esse procedimento aos requintes, valendo-se da prática de forjar e adulterar documentos. O discurso de Khrushchev no 20º Congresso do Partido Comunista da União Soviética talvez seja a mais notória evidência e violenta denúncia da mistificação em que se envolvera a história da URSS nos terríveis anos iniciados em 1917. Em seu profético e assustador 1984 (alguém sabe me dizer por que esse livro jamais está na bibliografia recomendada pelas nossas escolas?), George Orwell concebeu um personagem, Winston Smith, instalou-o num órgão casualmente chamado Ministério da Verdade e lhe atribuiu a tarefa de produzir os documentos que confeririam autenticidade aos relatos.

Eis por que a ideia de criar um Comissariado Nacional da História, sob o orwelliano nome de Comissão da Verdade, só pode transitar acriticamente num país que jogou fora sua memória, suas raízes e do qual, há muito, roubaram o discernimento. Quem comporá o comissariado? Sete membros escolhidos a dedo por um único dedo. O da presidente. Por quê? Porque foi assim que Lula quis e que Dilma mandou a base do Congresso aprovar. E por que não uma comissão formada por sete generais? Porque a esquerda não aceitaria tamanho absurdo, ora essa. Absurdo por absurdo, a esquerda ficou com o absurdo que lhe convinha, sob silêncio geral do rebanho, só quebrado pela sinetinha da ovelha-guia.

Tem mais. O Comissariado Nacional da História não vai apenas ser nomeado pela presidente. Será remunerado pela Casa Civil da Presidência da República, juntamente com os auxiliares contratados e vai funcionar junto à Casa Civil. Na copa e na cozinha do governo. Ora, eu não consigo vislumbrar o menor interesse da presidente Dilma no estabelecimento da verdade histórica. Sabem por quê? Porque ela teve participação ativa na principal organização guerrilheira que atuou durante a luta armada. Essa organização, por exemplo, participou do roubo ao cofre do Adhemar de Barros (sob o ponto de vista financeiro, US$ 2 milhões, a mais bem sucedida operação daquele período). Apesar disso, sua excelência, com sua suposta dedicação à história, nunca desvelou uma ponta sequer desse e de outros tantos fios que compõem as tramas do referido período. O máximo que li, como declaração dela, foi uma entrevista na qual conta que teve "participação pequena" e que havia tantas armas escondidas sob sua cama que era difícil acomodar o corpo no colchão. Me poupa. Há mais história do que metralhadoras escondidas embaixo desse colchão.

Quando pergunto aos alinhados defensores do Comissariado Nacional da História o motivo pelo qual estão fora da alçada da comissão os crimes cometidos pelos que pegaram em armas (crimes como servir potências estrangeiras, formação de quadrilha ou bando, assalto, assassinatos, sequestros e terrorismo) a resposta que obtenho é a seguinte: "Trata-se, aqui, de identificar os crimes cometidos pelo Estado!". E quando eu faço uma pergunta absolutamente óbvia: "Por que só estes crimes?". Dizem-me como quem acendesse uma lanterna nas trevas da minha ignorância: "Porque é assim que está na lei." Ou seja, é assim porque está na lei e está na lei porque nós quisemos que fosse assim. Como eu sou burro!

Apesar de tanta desfaçatez, contam-se nos dedos os jornalistas, pesquisadores, historiadores, filósofos e analistas que apontam, sobre esse assunto, os abusos e encenações do Big Brother que nos governa. Ele faz o que quer, a partir do script que já escreveu, e que faz jus a uma versão final apresentada pelo Pedro Bial.

______________
* Percival Puggina (67) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões

OS ANTIBRASILEIROS (I)

Enviado por msorianoneto@hotmail.com

Prof.ª Aileda de Mattos Oliveira*
O Brasil não está feito, como pátria completa. E a culpa é nossa, como foi dos nossos antepassados, porque a nossa cegueira ou o nosso egoísmo, a nossa vaidade, a nossa pequenina política de rasteiras paixões deixaram a massa do povo privada de fartura, de instrução, de higiene, de “humanidade”.[1]

Estas palavras não saltaram de algum artigo veiculado na mídia virtual, como desabafo de um dos muitos articulistas preocupados com a deriva do país, fruto do trabalho criminoso de desvalorização do mérito e do caráter, em benefício do nepotismo e da riqueza sem trabalho. Nem tampouco representam uma visão analítica de algum cientista político.
Foram pronunciadas há noventa e cinco anos por Olavo Bilac, em 15 de novembro de 1917, num emocionado discurso na Liga da Defesa Nacional, Diretório de Niterói, quando analisava a falta de percepção do povo brasileiro diante da gravidade dos fatos, ocorrentes na época, com os quais se preocupavam as pessoas com mais discernimento. Neste ponto, nada mudou. Discernimento e consciência são conceitos que a gente brasileira acredita pairarem no plano das abstrações, demasiado distante, para dedicar a elas alguns momentos de reflexão. Reflexão? Outra abstração.
Daí, as palavras-epígrafe que traduzem a inquietação de Bilac por ver uma pátria incompleta pela ausência da defesa nacional. Para pôr em prática a defesa do país, é indispensável ter uma laboriosa atividade agropecuária, indústria e comércio desenvolvidos e, o mais difícil, um povo esclarecido. Era assim o olhar de Bilac ante o seu Brasil, ainda nos claudicantes vinte e oito anos de vida republicana.
Quase um século depois, a terra muito produz, a pecuária é excelente, as atividades industrial e comercial são de primeira linha, mas o povo permanece na lassidão intelectual, entregue à troca de votos por benefícios que lhe facilitem a vida, enchendo-se de direitos, mas desinteressado de quais sejam os seus deveres.
As preocupações do conferencista estavam voltadas para a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), temendo respingos na soberania do país. Satisfeito estava por ter o presidente Venceslau Brás aumentado o efetivo do Exército, mas reconhecendo, por outro lado, as dificuldades orçamentárias que teria em equipar a tropa para a sua função precípua: a da defesa do país.
Hoje, apesar de os cofres do Estado estarem abarrotados com o dinheiro dos impostos, a negação das verbas para reequipamento das Forças Armadas, principalmente o Exército, evidencia que os inimigos internos, os antibrasileiros, têm um planejamento em marcha, não o da defesa do país, mas o da descaracterização da Força Terrestre, a Corporação à qual cabe a responsabilidade constitucional de salvaguardar cada palmo do extenso território brasileiro.
Bilac, se ainda vivesse, não resistiria à tanta desfaçatez dos impunes políticos que carnavalizam o dinheiro do contribuinte em detrimento do reaparelhamento das Forças, únicas Instituições permanentes do Estado, às quais estes mesmos ímprobos, um dia, irão solicitar ajuda.
É necessário que se pense em Bilac, não somente como poeta parnasiano, restrito às normas literárias da época, mas como um dos primeiros lutadores, no Brasil República, em favor da defesa nacional, da defesa territorial, da defesa da língua. O criador do Serviço Militar não poetava quando tornou a defesa do Brasil uma prioridade na luta interna contra a negligência dos próprios governantes, contra o desinteresse do próprio povo, tão alheio às coisas sérias do país.
Que as palavras deste civil em favor dos militares e em favor da defesa nacional sejam reavivadas para que sirvam de antídoto ao veneno insidioso da falácia de que o Brasil não tem inimigos. Engano. Eles estão dentro e fora, porém unidos por interesses desintegradores da unidade territorial, da unidade étnica, da unidade familiar e pelo desmoronamento da ética política. Esta já estatelou-se.
(*Prof.ª Dr.ª em Língua Portuguesa. Articulista do Jornal Inconfidência. Membro da Academia Brasileira de Defesa. A opinião expressa é particular da autora.)



[1]  O Brasil e a guerra (Últimas conferências e discursos). In: Obras completas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996.

OS ANTIBRASILEIROS (II)

Enviado por msorianoneto@hotmail.com

Prof.ª Aileda de Mattos Oliveira*

Difícil – e necessário – é para um País que pouco trato teve com guerras convencer-se da necessidade de defender-se para poder constituir-se. Não bastam, ainda que sejam proveitosos e até mesmo indispensáveis, os argumentos que invocam as utilidades das tecnologias e dos conhecimentos da defesa para o desenvolvimento do País. Os recursos demandados pela defesa exigem uma transformação de consciências para que se constitua uma estratégia de defesa para o Brasil. ( Trecho 1. In: Estratégia Nacional de Defesa.) O grifo é da autora.


Disposição para mudar o que a Nação está a exigir agora de seus marinheiros, soldados e aviadores. Não se trata apenas de financiar e de equipar as Forças Armadas. Trata-se de transformá-las, para melhor defenderem o Brasil. (Trecho 2. In: Estratégia Nacional de Defesa.) O grifo é da autora.


Há dois fragmentos da END nos quais se fala em “transformação” e em “transformar”. Isto não significa que não haja outras partes do documento dando ênfase às mesmas palavras, pois a sua leitura investigativa leva tempo.
Certamente, é urgente “uma transformação de consciências” quando se trata de esclarecer a sociedade da necessidade de defesa do Brasil, considerando que não se coaduna com os tempos atuais essa reiterada mitificação de povo pacífico, não habituado a guerras. O brasileiro precisa, imediatamente, incorporar-se no trabalho de mobilização em prol da soberania nacional e conscientizar-se, sim, de que a terra que o acolhe e onde nasceu, exige outros cuidados para a manutenção de sua soberania, eliminando a perniciosa ideia de que o País se basta com carnaval e futebol.
Se o brasileiro carrega nos ombros esta pecha de pacifista e repete a cantilena dissonante das sereias rouquenhas da esquerda, neste blefe de um nacionalismo pífio, as demais nações, por natureza, beligerantes, são as mesmas que acamparam no Brasil Colônia com os mesmos olhos gordos e que hipnotizam, hoje, as reservas minerais brasileiras e o rico campo genético amazônico.
Quando a presidente, em cadeia nacional, começará a conscientizar a sociedade dessa indispensável cumplicidade, transformando a alienação dominante em participação efetiva do povo e levá-lo a reconhecer a necessidade do incremento da indústria nacional de defesa? Quando? Cabe a presidente esse trabalho de esclarecimento e de “transformação de consciências”. É imprescindível que ela e o povo saibam que a Nação é o conjunto de todas as suas instituições com a participação ativa da parte civil da sociedade. Não se fala aqui de “sociedade civil”, como se os militares não fizessem parte dela e com os civis formassem um todo social.
Quanto ao segundo trecho citado, esse “transformá-las para melhor defender o Brasil” refere-se, explicitamente, às Corporações Militares, por isso é, por demais, preocupante. Mais preocupação causa ao se ouvir, pela voz de alguns militares, em seminários, a mesma fastidiosa falação, sem nenhum esclarecimento, com o claro intuito de agradar a comandante em chefe.
As Forças Armadas são as únicas Instituições sérias do Brasil e as únicas conscientes de seus deveres constitucionais. Portanto, transformar a consciência das Forças é incuti-las de que são guardiães do governo, isto é, do partido dominante, e não do Estado, que está acima de quaisquer diretrizes ideológicas, de quaisquer interesses partidários.
Às Forças cabe a defesa da Nação, impedindo que predadores nacionais ou estrangeiros minem os seus alicerces, construídos ao longo da Verdadeira História do Brasil, a fim de mantê-la étnica e territorialmente íntegra. Quem sabe se, justamente, são essas dedicação e lealdade exclusivas das Forças ao Brasil que incomodam aqueles que sempre detestaram o significado da palavra ‘pátria’?
“Transformar” as Forças Armadas para “financiá-las” e “equipá-las” deixa evidente a intenção dos governos petistas de que as desejam reaparelhadas para defender o Brasil deles, e não o Brasil de todos os brasileiros, liberto das coerções doutrinárias e de doentias ideologias.
As palavras desses esquerdistas não escondem a sua má índole.
*Prof.ª Dr.ª em Língua Portuguesa. Articulista do Jornal Inconfidência. Membro da Academia Brasileira de Defesa. A opinião expressa é particular da autora.

Ceará: General fala grosso com irmão de Cid Gomes

 
A IMPRENSA PUBLICOU           

12 de janeiro de 2012

Ceará: General fala grosso com irmão de Cid Gomes

CEARÁ: CID SE INDISPÕE COM EXÉRCITO E PIORA A SEGURANÇA
Foi de soco na mesa a troca de provocações na reunião entre Ivo Gomes, irmão e chefe de gabinete do governador do Ceará, Cid Gomes, e o general da 10ª Região Militar, Gomes de Matos (foto), há poucos dias. Cid enviou o irmão para pedir a ocupação das delegacias pelo Exército, mas o general recusou-se.
Gomes de Matos ligou para o comando do Exército, que determinou a negativa após consultas à presidente Dilma Rousseff. Irritado, Ivo engrossou a voz e ouviu do militar um “quem você pensa que é!?”